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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Artigo do Jorge Amaro sobre o Dia da Consciência Negra

Meu Povo, hoje é o Dia da Consciência Negra. O Jorge mandou um artigo sobre a data. Editei e saiu publicado hoje no Correio do Povo. Apesar desse blog tratar basicamente sobre mim e o universo das pessoas com deficiência, considerei a publicação do artigo uma conquista. Portanto, publicarei aqui pra vocês. Espero que gostem:

              Somos todos quilombolas

Qual negro ou negra que não se deparou com este dilema: “se você não escreve nada, é normal, todo negro é burro mesmo. Se escreve e se posiciona, é metido, quer mostrar que sabe”. É por argumentos como este que ainda precisamos de uma semana da consciência negra, para que as pessoas compreendam que a culpa não é da cor da nossa pele e de nossas origens africanas. Racismo institucional, irracional, surreal? Até quando conviveremos com isso?

O mês de novembro é dedicado ao combate a todas as formas de racismo. Mas acima de tudo, é voltado a um dos direitos mais fundamentais de todo ser humano: a liberdade. E foi isso que Zumbi nos ensinou, que o Estado e as regras não podem nos impedir de ser livres como sujeitos de direitos.

A ideia de Quilombo como um espaço metafísico presente na identidade e na essência de nossa luta é a grande herança de Palmares e da luta de Oliveira Silveira, poeta que nos inspira até hoje. O Quilombo é a liberdade, o sonho, a esperança. Os seus membros são irmãos e irmãs de uma verdade que os guia na luta permanente pela memória afetiva e simbólica de todos os seus membros, vivos e não vivos.

Nosso país possui milhões de afrodescendentes. Quantos deles são deputados estaduais ou distritais? E deputados federais? E secretários de estado? E quais os municípios possuem conselhos da igualdade racial?

Lamentavelmente, poucos, raros, exceções. O racismo institucional mata, todos os dias, as oportunidades de negros e negras de acessarem direitos e terem dignidade nos mais diferentes espaços sociais. Se os negros são os mais pobres, os mais suscetíveis às diversas formas de violência, o fato de se qualificarem mais ainda não lhes dá garantia de ocuparem posições de comando, porque as estruturas reproduzem a perversidade do racismo da sociedade.

E é um racismo invisibilizado, o qual subjetivamente, nos dirão: “não é nada disso”, “capaz”, “não existe”. Pois é, mas existe sim, é real, concreto, desumano e machuca nossos corações e almas. Por isso tudo, somos todos quilombolas, movidos pela esperança de políticas públicas afirmativas, integrais e emancipatórias, construídas na perspectiva do diálogo, da escuta e no profundo respeito às diferenças e às liberdades individuais, inspirados na luta de Zumbi dos Palmares.



English:

My people, today is the Day of Black Consciousness. Jorge had an article about the date. Edited and published today came out in the Correio do Povo. Despite this blog dealing basically about me and the universe of people with disabilities, considered the publication of the article an achievement. Therefore I publish here for you. I hope you enjoy:

                                            We are all Maroons

What black or black that is not faced with this dilemma: "if you do not write anything, it is normal, all black is even donkey. Writing and positions is stuck, wants to show that you know. " For arguments like this that we still need a week of black consciousness so that people understand that the fault is not the color of our skin and our African origins. Institutional racism, irrational, surreal? How long conviveremos it?

The month of November is dedicated to combating all forms of racism. But above all, it is facing one of the most fundamental rights of every human being: freedom. And that's what Zombie has taught us, that the state and the rules can not prevent us from being free as subjects of rights.

The idea of ​​Quilombo as a metaphysical space in this identity and the essence of our struggle is the great legacy of Palmares and the fight Silveira de Oliveira, a poet who inspires us today. The Quilombo is freedom, the dream, the hope. Its members are brothers and sisters of a truth that guides them in the permanent struggle for emotional and symbolic memory of all its members, both living and non-living.

Our country has millions of African descent. How many of them are state or district deputies? And congressmen? And secretaries of state? And which municipalities have councils of racial equality?

Unfortunately, few, rare exceptions. Institutional racism kills every day, the black black and opportunities of access rights and have more dignity in different social spaces. If black people are the poorest, the most susceptible to various forms of violence, the fact is more qualify still does not give them assurance occupy command positions because the structures reproduce the evil of racism in society.

And it is made invisible racism, which subjectively tell us: "It's not like that", "able", "does not exist". Yeah, but there yes it is real, concrete, inhuman and hurts our hearts and souls. Through it all, we are all Maroons, moved by the hope of affirmative public policies, whole and emancipatory, built on dialogue perspective, listening and deep respect for differences and individual freedoms, inspired by the Zumbi dos Palmares fight.



German:

Mein Volk, heute ist der Tag der Black Consciousness. Jorge hatte einen Artikel über das Datum. Bearbeitet und veröffentlicht heute kam in der Correio do Povo. Trotz diesem Blog zu tun im Grunde über mich und das Universum von Menschen mit Behinderungen, als die Veröffentlichung des Artikels eine Leistung. Deshalb veröffentliche ich hier für Sie. Ich hoffe, Sie genießen:

                                                    Wir sind alle Maroons

Welche schwarz oder schwarz, die nicht mit diesem Dilemma konfrontiert ist: "wenn du etwas nicht schreiben, ist es normal, ist ganz schwarz noch Esel. Schreiben und Positionen geklebt, will zeigen, dass Sie wissen. " Für Argumente wie diese, die wir noch eine Woche der schwarzen Bewusstseins, damit die Menschen verstehen, dass der Fehler nicht die Farbe unserer Haut und unserer afrikanischen Wurzeln. Institutionellen Rassismus, irrational, surreal? Wie lange conviveremos es?

Der Monat November ist die Bekämpfung aller Formen von Rassismus gewidmet. Vor allem aber ist es mit Blick auf eines der Grundrechte jedes menschlichen Wesens: die Freiheit. Und das ist, was Zombie hat uns gelehrt, dass der Staat und die Regeln können uns nicht daran hindern, frei als Subjekte von Rechten.

Die Idee der Quilombo als metaphysischen Raum in dieser Identität und das Wesen unseres Kampfes ist das große Erbe von Palmares und der Kampf Silveira de Oliveira, ein Dichter, der uns heute inspiriert. Die Quilombo ist Freiheit, der Traum, die Hoffnung. Seine Mitglieder sind Brüder und Schwestern einer Wahrheit, die sie in der ständigen Kampf um die emotionale und symbolische Erinnerung an alle ihre Mitglieder, lebenden oder nicht lebenden führt.

Unser Land hat Millionen von afrikanischer Abstammung. Wie viele von ihnen sind Staat oder Bezirk Abgeordneten? Und Kongressabgeordneten? Und Staatssekretäre? Und welche Gemeinden Räte der Gleichberechtigung der Rassen haben?

Leider haben nur wenige, seltene Ausnahmen. Institutionellen Rassismus tötet jeden Tag, die schwarz und Chancen von Zugriffsrechten und haben mehr Würde in verschiedenen sozialen Räumen. Wenn schwarze Menschen sind die Ärmsten, am meisten anfällig für verschiedene Formen von Gewalt, bedeutet die Tatsache, ist noch mehr zu qualifizieren nicht geben ihnen Sicherheit zu besetzen Befehlsstellen, weil die Strukturen zu reproduzieren das Übel des Rassismus in der Gesellschaft.

Und es wird unsichtbar gemacht Rassismus, was subjektiv sagen uns: "Es ist nicht so", "können", "existiert nicht". Ja, aber es gibt ja, es ist real, Beton, unmenschliche und schmerzt unsere Herzen und Seelen. Durch sie alle, wir sind alle Maroons, durch die Hoffnung auf affirmative öffentlichen Politik, ganz und emanzipatorische, auf Dialog Perspektive aufgebaut, Zuhören und tiefen Respekt für die Unterschiede und der individuellen Freiheiten, inspiriert von der Zumbi dos Palmares Kampf zog.



Russian:

Мои люди, сегодня День Черного Сознания. Хорхе была статья о дате. Отредактировал и опубликовал сегодня вышел в Correio сделать Povo. Несмотря на это дело в основном блоге обо мне и Вселенной людей с ограниченными возможностями, считается публикация статьи достижение. Поэтому я публикую здесь для вас. Я надеюсь, вам понравится:

                                                        Мы все мароны

Что черный или черный, не сталкиваются с этой дилеммой: "если вы ничего не писать, это нормально, все черное, даже осел является. Написание и позиции застрял, хочет показать, что вы знаете, ". Для аргументов, как это, что мы по-прежнему нуждаются в неделю черного сознания, так что люди понимают, что неисправность не цвет нашей кожи и наших африканских происхождения. Институциональный расизм, иррациональное, сюрреалистическое? Как долго conviveremos это?

В ноябре месяце посвящен борьбе со всеми формами расизма. Но, прежде всего, это стоит одна из самых основных прав каждого человека: свободу. И это то, что зомби научил нас, что государство и правила не могут помешать нам быть свободными в качестве субъектов права.

Идея киломбо как метафизическое пространство в этой идентичности и сути нашей борьбы является большим наследием Пальмарес и борьба Силвейра де Оливейра, поэт, который вдохновляет нас сегодня. Киломбо свобода, мечта, надежда. Ее членами являются братья и сестры истины, который ведет их в постоянной борьбе за эмоциональной и символической памяти всех его членов, как живых, так и неживых.

Наша страна имеет миллионы африканского происхождения. Сколько из них являются государственными или районные депутаты? И конгрессмены? И секретари государства? И какие муниципалитеты советы расового равенства?

К сожалению, немногие, редкие исключения. Институциональный расизм убивает каждый день, черный черный и возможности прав доступа и иметь больше достоинства в различных социальных пространствах. Если черные люди беднейших слоев населения, наиболее восприимчивы к различным формам насилия, то более претендовать еще не дает им уверенность занимают командные должности, потому что структуры воспроизводят зло расизма в обществе.

Причем сделано это невидимый расизма, которые субъективно говорят нам: "Это не так", "возможность", "не существует". Да, но есть да, это реально, бетон, бесчеловечного и больно наши сердца и души. Через все это, мы все мароны, движимые надеждой позитивных государственной политики, и освободительный целом, построенных на диалоге точки зрения, слушать и глубокого уважения к различиям и индивидуальных свобод, вдохновленный Зумби дос Пальмарес боя.



Spanish:

Mi pueblo, hoy es el Día de la Conciencia Negro. Jorge tenía un artículo acerca de la fecha. Editado y publicado hoy salió en el Correio do Povo. A pesar de este blog que trata básicamente sobre mí y el universo de las personas con discapacidad, considerada la publicación del artículo un logro. Por lo tanto publico aquí para usted. Espero que lo disfruten:

                                                    Todos somos cimarrones

Lo negro o negro que no se enfrenta a este dilema: "si usted no escribe nada, es normal, todo negro es aún burro. Escritura y posiciones es atascado, quiere demostrar que sabes ". Para argumentos como éste que todavía necesitamos de una semana de la conciencia negro para que la gente entienda que la culpa no es del color de nuestra piel y nuestros orígenes africanos. El racismo institucional, irracional, surrealista? ¿Por cuánto tiempo conviveremos que?

El mes de noviembre está dedicado a la lucha contra todas las formas de racismo. Pero, sobre todo, se enfrenta a uno de los derechos más fundamentales de todo ser humano: la libertad. Y eso es lo Zombie nos ha enseñado, que el Estado y las reglas no pueden evitar de ser libre como sujetos de derechos.

La idea de Quilombo como un espacio metafísico en esta identidad y la esencia de nuestra lucha es el gran legado de Palmares y la lucha Silveira de Oliveira, un poeta que nos inspira hoy. El Quilombo es la libertad, el sueño, la esperanza. Sus miembros son hermanos y hermanas de una verdad que los guía en la lucha permanente de la memoria emocional y simbólico de todos sus miembros, tanto vivos como no vivos.

Nuestro país cuenta con millones de afrodescendientes. ¿Cuántos de ellos son diputados estatales o distritales? Y los congresistas? Y secretarios de Estado? Y que los municipios tienen los consejos de la igualdad racial?

Desafortunadamente, pocos, salvo raras excepciones. El racismo institucional mata todos los días, el negro negro y las oportunidades de los derechos de acceso y tener más dignidad en diferentes espacios sociales. Si los negros son los más pobres, los más susceptibles a diversas formas de violencia, el hecho es más calificar sigue sin darles aseguramiento ocupan puestos de mando porque las estructuras reproducen el mal del racismo en la sociedad.

Y se hizo el racismo invisible, que subjetivamente nos dice: "No es así", "poder", "no existe". Sí, pero ahí sí es real, concreto, inhumano y hiere nuestros corazones y almas. A pesar de todo, todos somos cimarrones, movidos por la esperanza de políticas afirmativas público, total y emancipadora, construidas sobre la perspectiva del diálogo, la escucha y profundo respeto por las diferencias y las libertades individuales, inspirado en el Zumbi dos Palmares pelea.



French:

Mon peuple, aujourd'hui est le jour de la Conscience Noire. Jorge avait un article sur la date. Edité et publié aujourd'hui, est sorti dans le Correio do Povo. Malgré ce blog traite essentiellement sur moi et l'univers des personnes handicapées, a examiné la publication de l'article de l'exploit. Par conséquent, je publie ici pour vous. Je vous souhaite:

                                       Nous sommes tous Maroons

Qu'est-ce que noir ou noir qui ne soit pas confronté à ce dilemme: "si vous ne l'écrivez quelque chose, il est normal, tout en noir est encore âne. Rédaction et positions est coincé, veut montrer que vous savez. " Pour les arguments de ce genre que nous avons encore besoin d'une semaine de la conscience noire de sorte que les gens comprennent que la faute est pas la couleur de notre peau et de nos origines africaines. Le racisme institutionnel, irrationnelle, surréaliste? Combien de temps conviveremos il?

Le mois de Novembre est dédié à la lutte contre toutes les formes de racisme. Mais surtout, il est confronté à l'un des droits les plus fondamentaux de tout être humain: la liberté. Et qui est ce que Zombie nous a appris, que l'État et les règles ne peuvent pas nous empêcher d'être libre comme sujets de droits.

L'idée de Quilombo comme un espace métaphysique dans cette identité et l'essence de notre lutte est le grand héritage de Palmares et la lutte Silveira de Oliveira, un poète qui nous inspire aujourd'hui. Le Quilombo est la liberté, le rêve, l'espoir. Ses membres sont des frères et sœurs d'une vérité qui les guide dans la lutte permanente pour la mémoire émotionnelle et symbolique de tous ses membres, à la fois la vie et non-vie.

Notre pays a des millions d'ascendance africaine. Combien d'entre eux sont des députés d'Etat ou de district? Et les membres du Congrès? Et secrétaires d'État? Et dont les municipalités disposent de conseils de l'égalité raciale?

Malheureusement, peu, de rares exceptions. Le racisme institutionnel tue tous les jours, le noir noir et opportunités des droits d'accès et d'avoir plus de dignité dans différents espaces sociaux. Si les Noirs sont les plus pauvres, les plus vulnérables à diverses formes de violence, le fait est plus qualifier encore ne leur donne pas l'assurance occupent des postes de commandement parce que les structures reproduisent le fléau du racisme dans la société.

Et elle est faite racisme invisible, qui nous disent subjectivement: "Il est pas comme ça", "pouvoir", "inexistant". Ouais, mais il oui il est réel, concret, inhumain et blesse nos cœurs et nos âmes. À travers tout cela, nous sommes tous des Maroons, mus par l'espoir de politiques volontaristes publiques, ensemble et émancipatrice, construits sur la perspective de dialogue, d'écoute et un profond respect pour les différences et les libertés individuelles, inspiré par le Zumbi Dos Palmares combat.



Chinese:

我的人,今天是黑人觉醒日。豪尔赫了关于日期的文章。编辑出版了今天走了出来,在做邮报Povo。尽管这个博客主要处理关于我和残疾人宇宙,考虑到本文发表的一项成就。因此,我在这里发表您。我希望你喜欢:

                                                           我们都马鲁

什么黑色或黑色未碰到这样的困境:“如果你不写任何东西,这是正常的,全黑的,甚至是驴。写作和位置被卡住,要说明你知道的。“对于这样的观点,我们仍然需要一周黑色的意识,让人们明白,错不在我们的皮肤和我们的非洲起源的颜色。体制性的种族主义,非理性的,超现实的?多久conviveremos呢?

十一月份是致力于打击一切形式的种族主义。但最重要的是,它正面临着每个人的最基本的权利之一:自由。这就是僵尸告诉我们,国家和规则不能阻止我们是免费为权利主体。

歌伦波的主意,因为在这个身份形而上学的空间,我们的斗争的实质是棕榈城的伟大传统和战斗西尔韦拉奥利维拉,诗人今天谁激励着我们。歌伦波是自由,梦想,希望。其成员都是兄弟和引导他们在为它的所有成员,包括生物和非生物的情感和象征性的记忆永久斗争真理姐妹。

我国拥有数百万非洲人后裔。有多少人是州或区人大代表?而国会议员?和国务秘书?而这城市有种族平等委员会?

不幸的是,少数,极少数例外。体制性的种族主义杀害,每天的访问权限的黑色黑色和机会,在不同的社会空间,更有尊严。如果黑衣人是最贫穷,最容易受到各种形式的暴力,更多的是出线仍是事实并没有给他们保证占据命令的位置,因为结构重现种族主义的罪恶社会。

它是由无形的种族主义,它主观上告诉我们:“这是不是这样的”,“能”,“不存在”。是的,但有是的,它是真实的,具体的,不人道的伤害了我们的心和灵魂。通过这一切,我们都是马鲁,通过积极的公共政策,整体和解放,建立在对话的角度看,听和差异和个人自由深深的敬意,灵感来自于Zumbi DOS Palmares的斗争,希望感动。



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