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terça-feira, 21 de maio de 2013

Artigo da Liza no Correio do Povo

Minha gente, depois de ter conseguido colocar artigos do Jorge Amaro; da Juliana e do Roberto Oliveira no Correio do Povo, além de meus também, hoje foi a vez da Liza. Já contei a história dela aqui: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/08/minha-amiga-liza.html . Outro dia, ela fez um comentário numa foto minha no facebook, dizendo que éramos amigos de longa data. Que nada! Nos conhecemos no dia 27 de julho de 2011 no Seminário Mídia e Deficiência. É que a nossa amizade é profunda mesmo. Aí vai o texto dela:

                                      UMA CIDADE ACESSÍVEL


Em plena modernidade, nos deparamos com barreiras a serem vencidas. Hoje, vejo a fúria nos olhos de quem diariamente luta e declara guerra a vida urbana. Numa capital como Porto Alegre, esperamos mais dignidade, respeito e educação, mais aceitação ao próximo. Fazemos total distinção com as pessoas que nos rodeiam, seja no âmbito do trabalho, familiar e lazer. Esquecemos sempre que não somos os únicos e que, onde termina nosso limite, começa o limite do próximo. Não necessitamos de pena do próximo, precisamos apenas de respeito e reconhecimento.

Acessibilidade significa permitir, de forma igual, que pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida participem de atividades incluindo serviços, informações, cultura, turismo, acesso público e privado. Que todos possam ter acesso a tudo, sem restrições.

A meta é que, para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, aeroportos, estabelecimentos comerciais, ambientes públicos e privados possam receber os turistas com deficiência sem que eles precisem passar por constrangimentos, além de dar aos brasileiros a possibilidade de usufruir seu direito de ir e vir, incluindo sinalização das ruas, comunicação, o acesso fácil a qualquer órgão público. O interesse é do município, do nosso Estado e do país. É dever de todos educar a sociedade.

Ouvimos metas, planos... Orientação e legislação nós temos, o que está faltando mesmo é fiscalização. Queremos para ontem o direito de ir e vir garantido na Constituição Federal, em condições de igualdade com outras pessoas.

Dentro do tema acessibilidade, vê-se o quanto nossas ruas e avenidas parecem desafiadoras no dia a dia. Calçadas com buracos, buraquinhos, pedras soltas, falta de rampas, com orelhões, com carros em cima, enfim são muitas as irregularidades.

Hoje, 24,5 milhões de brasileiros com deficiência, segundo os dados do IBGE, lutam para ter o direito de viver normalmente, trabalhar, estudar, ter uma vida social e cultural livre de preconceito. Quando entro em certos lugares ainda vejo olhares de reprovação. Pergunto-me: onde está a dignidade? Escolhi eu estar sentada numa cadeira de rodas, escolhi sofrer com esses olhares reprovadores por querer ter acesso ao que tenho direito? Onde fica minha dignidade em poder frequentar um restaurante ou uma loja que não conheço? Onde está o direito de ir e vir?      


English:  

My people, after successfully putting items Jorge Amaro, of Juliana and Roberto Oliveira in Correio do Povo, and mine too, today was the turn of Liza. I've told her story here: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/08/minha-amiga-liza.html. The other day she made a comment on my pictures on facebook, saying that we were longtime friends. Nothing! We met on July 27, 2011 Seminar on Media and Disability. Is that our friendship is deep even. Here's the text of it:



                                                             A CITY ACCESSIBLE

In full modernity, we are faced with barriers to overcome. Today, I see the anger in the eyes of those who daily struggle and declares war on urban life. As a capital Porto Alegre, expect more dignity, respect and education, more accepting neighbor. We distinguish full with people around us, whether in the context of work, family and leisure. Always forget that we are not alone and that where our limit ends, the next begins the limit. No need to pity the next, we only need respect and recognition.

Accessibility means allowing, equally, people with disabilities or reduced mobility to participate in activities including services, information, culture, tourism, public and private access. That everyone can have access to everything without restrictions.

The goal is that, for the 2014 World Cup and the 2016 Olympics, airports, shops, public and private environments can welcome tourists with disabilities without requiring them to undergo constraints, and give the Brazilians the chance to enjoy their right come and go, including street signage, communication, easy access to any public agency. The interest is the city, our state and country. It is the duty of all to educate society.

We listened goals, plans ... Guidance and legislation we have, what is missing is the same oversight. We want to last the right to come and go as guaranteed by the Constitution, on equal terms with others.

Accessibility within the theme, we see how our streets and avenues seem challenging on a daily basis. Sidewalks with holes, holes, loose stones, no ramps, with ears, with cars on top, finally there are many irregularities.

Today, 24.5 million Brazilians with disabilities, according to the IBGE, fighting for the right to live normally, work, study, have a social and cultural life free of prejudice. When I walk into certain places still see dirty looks. I wonder: Where is the dignity? I chose to be seated in a wheelchair, chose to suffer with those disapproving looks for wanting to have access to what I have right? Where is my dignity to be able to attend a restaurant or a shop that does not know? Where is the right to come and go?



German:

Mein Volk, nach der erfolgreichen Inbetriebnahme Artikel Jorge Amaro, von Juliana und Roberto Oliveira in Correio do Povo und mir war auch heute die Wende von Liza. Ich habe ihre Geschichte hier erzählt: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/08/minha-amiga-liza.html. Der andere Tag machte sie eine Bemerkung über meine Bilder auf Facebook und sagte, dass wir langjährige Freunde waren. Nichts! Wir trafen uns am 27. Juli 2011 Seminar über Medien und Behinderung. Ist das unsere Freundschaft tief sogar. Hier ist der Text von ihm:


                                               
                                                           EINE STADT FÜR

In voller Modernität, sind wir mit Barrieren zu überwinden konfrontiert. Heute sehe ich die Wut in den Augen derer, die täglichen Kampf und den Krieg erklärt städtischen Lebens. Als Hauptstadt Porto Alegre, erwarten mehr Würde, Respekt und Bildung, mehr Akzeptanz Nachbar. Wir unterscheiden voll mit Menschen um uns herum, ob es im Kontext von Arbeit, Familie und Freizeit. Immer vergessen, dass wir nicht allein sind und dass dort, wo unsere Grenze endet, beginnt die nächste die Grenze. Keine Notwendigkeit, den nächsten Mitleid, wir brauchen nur Respekt und Anerkennung.

Barrierefreiheit bedeutet so, ebenso, um Menschen mit Behinderungen oder eingeschränkter Mobilität in Aktivitäten, einschließlich Dienstleistungen, Informationen, Kultur, Tourismus, öffentlichen und privaten Zugang zu beteiligen. Das kann jeder Zugriff auf alles ohne Einschränkungen.

Das Ziel ist, dass für die WM 2014 und die Olympischen Spiele 2016, Flughäfen, Geschäften, öffentlichen und privaten Umgebungen können Touristen mit Behinderungen willkommen, ohne dass diese Einschränkungen unterliegen, und geben den Brasilianern die Chance, ihr Recht genießen kommen und gehen, einschließlich Straßen-Beschilderung, Kommunikation, einfachen Zugang zu jedem öffentlichen Agentur. Das Interesse ist die Stadt, unseren Staat und Land. Es ist die Pflicht aller, die Gesellschaft zu erziehen.

Wir hörten Ziele, Pläne ... Ausrichtungs-und Rechtsvorschriften, die wir haben, was fehlt ist die gleiche Aufsicht. Wir wollen das Recht zu kommen und zu gehen, wie durch die Verfassung garantiert, auf Augenhöhe mit anderen dauern.

Zugänglichkeit innerhalb des Themas sehen wir, wie unsere Straßen und Alleen Herausforderung auf einer täglichen Basis zu sein scheinen. Seitensprünge mit Löchern, Löcher, lose Steine, keine Rampen, mit den Ohren, mit Autos an der Spitze, schließlich gibt es viele Unregelmäßigkeiten.

Heute kämpfen 24,5 Millionen Brasilianer mit Behinderungen nach dem IBGE, für das Recht auf ein normales Leben, arbeiten, studieren, haben einen sozialen und kulturellen Leben frei von Vorurteilen. Wenn ich in bestimmte Orte gehen immer noch schmutzig aussieht. Ich frage mich: Wo ist die Würde? Ich entschied mich, in einem Rollstuhl sitzen, wählte zu leiden mit den missbilligenden sieht für den Wunsch, den Zugang zu dem, was ich habe Recht haben? Wo ist meine Würde in der Lage sein, ein Restaurant oder ein Geschäft, das nicht weiß, zu besuchen? Wo ist das Recht zu kommen und zu gehen?



Russian:

Мой народ, после успешной сдачи элементов Хорхе Амаро, Юлиана и Роберто Оливейра в Коррейо Povo сделать, и мой тоже, сегодня была очередь Лиза. Я рассказала свою историю здесь: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/08/minha-amiga-liza.html. На днях она сделала комментарий на моей фотографии на facebook, говоря, что мы были давними друзьями. Ничего! Мы встретились 27 июля, 2011 Семинар ЦИЦАК о СМИ и инвалидности. Том, что наша дружба даже глубокие. Вот текст этого:


                                                  
                                                                    CITY ДОСТУП

В полном современностью, мы сталкиваемся с барьерами, чтобы преодолеть. Сегодня я вижу гнев в глазах тех, кто ежедневно борьбе и объявляют войну городской жизни. В столице Порто-Алегре, ожидать большего достоинства, уважения и образования, более принимать соседа. Мы различаем полно людей вокруг нас, будь то в контексте работы, семьи и отдыха. Всегда забывать, что мы не одиноки, и что там, где заканчивается наш предел, начинается следующий предел. Нужно жалеть следующем, мы только не нуждаются в уважении и признании.

Доступность средства, позволяющие, в равной степени, люди с ограниченными возможностями или ограниченной подвижностью для участия в мероприятиях в том числе услуг, информации, культуры, туризма, общественного и частного доступа. Что каждый может иметь доступ ко всем без ограничений.

Цель состоит в том, что в 2014 году Кубок мира и Олимпийских игр 2016 года, аэропортах, магазинах, общественных и частных средах, могут приветствовать туристов с ограниченными возможностями, не требуя их пройти ограничения и дать бразильцам возможность пользоваться своим правом приходят и уходят, в том числе улицы вывесок, общение, легкий доступ к любой государственный орган. Интерес представляет город, наше государство и страну. Это обязанность всех воспитывать общество.

Мы слушали цели, планы ... Руководство и законодательства мы, но нам не хватает того контроля. Мы хотим, чтобы продлиться право приходить и уходить, гарантированные Конституцией, на равных условиях с другими.

Доступность в рамках темы, мы видим, как наши улицы и проспекты казаться трудным на ежедневной основе. Тротуары с отверстиями, отверстия, свободные камни, нет пандусов, с ушами, с автомобилями на вершине, наконец, есть много нарушений.

Сегодня 24500000 бразильцев с ограниченными возможностями, в соответствии с БИГС, борется за право нормально жить, работать, учиться, иметь социальную и культурную жизнь, свободную от предрассудков. Когда я иду в определенных местах все еще видим грязные взгляды. Я задаюсь вопросом: Где же достоинства? Я решил сидеть в инвалидной коляске, выбрал страдать с теми, неодобрительные взгляды для желающих иметь доступ к тому, что у меня есть права? Где мое достоинство, чтобы иметь возможность посещать ресторан или магазин, который не знает? Где право приходить и уходить?



Spanish:

Mi pueblo, después de colocar correctamente los elementos Jorge Amaro, de Juliana y Roberto Oliveira en Correio do Povo, y la mía también, hoy ha sido el turno de Liza. Le he dicho a su historia aquí: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/08/minha-amiga-liza.html. El otro día hizo un comentario en mis fotos en Facebook, diciendo que éramos viejos amigos. Nada! Nos conocimos en 27 de julio 2011 Seminario sobre Medios de Comunicación y Discapacidad. ¿Es que nuestra amistad es profunda aún. Aquí está el texto de la misma:


                                                     Una ciudad accesible


En plena modernidad, nos enfrentamos a obstáculos que superar. Hoy en día, veo la ira en los ojos de los que luchan a diario y declara la guerra a la vida urbana. Como capital de Porto Alegre, le espera más dignidad, el respeto y la educación, más tolerante vecino. Distinguimos lleno de gente que nos rodea, ya sea en el contexto de trabajo, familia y ocio. Siempre que olvidar que no estamos solos y que donde termina nuestro límite, el siguiente comienza el límite. No hay necesidad de compadecer al lado, sólo tenemos respeto y reconocimiento.

Accesibilidad significa permitir, igualmente, las personas con discapacidad o movilidad reducida a que participen en las actividades, incluidos los servicios, la información, la cultura, el turismo, público y acceso privado. Que todo el mundo pueda tener acceso a todo sin restricciones.

El objetivo es que, para la Copa del Mundo de 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016, aeropuertos, tiendas, públicos y ambientes privados pueden recibir a los turistas con discapacidad sin que tengan que someterse a restricciones, y dar a los brasileños la oportunidad de disfrutar de su derecho van y vienen, incluyendo señalización de la calle, la comunicación, el acceso fácil a cualquier organismo público. El interés es el de la ciudad, nuestro estado y país. Es deber de todos para educar a la sociedad.

Escuchamos las metas, planes ... Orientación y legislación que tenemos, lo que falta es la misma supervisión. Queremos que dure el derecho de ir y venir como garantiza la Constitución, en igualdad de condiciones con los demás.

Accesibilidad en el tema, vemos cómo nuestras calles y avenidas parecen desafiar a diario. Aceras con agujeros, agujeros, piedras sueltas, sin rampas, con los oídos, con los coches en la parte superior, en fin hay muchas irregularidades.

En la actualidad, 24,5 millones de brasileños con discapacidad, de acuerdo con el IBGE, la lucha por el derecho a la vida normal, trabajar, estudiar, tener una vida social y cultural libre de prejuicios. Cuando entro en ciertos lugares todavía ver miradas sucias. Me pregunto: ¿Dónde está la dignidad? Elegí estar sentado en una silla de ruedas, elegí a sufrir con los miradas de desaprobación por querer tener acceso a lo que tengo derecho? ¿Dónde está mi dignidad para poder asistir a un restaurante o una tienda que no conoce? ¿Dónde está el derecho de ir y venir?

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