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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Preparativos para a Conferência Nacional

Pois, é, gente. No domingo, estarei indo para Brasília para a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Já estou lendo as propostas dos colegas dos outros estados para o eixo Comunicação, do qual farei parte das discussões.
Para Brasília, os eixos foram desmembrados. Nas conferências estaduais, eram quatros eixos e agora aumentaram para nove. Na estadual, fiz do grupo Acessibilidade, Comunicação, Transporte e Moradia.
Aí, o problema é que poucas propostas estão voltadas para a comunicação. A maior parte são direcionadas para acessibilidade, transporte e moradia. E quando se fala em comunicação para PcDs, só se fala em acessibilidade na comunicação (braille, libras, etc.). O que é absolutamente necessário mas não se fala no conteúdo. É claro que entendo que a maioria das pessoas não entende da parte técnica da comunicação. Também sei que não podemos determinar que a imprensa fale mais na gente. Mas é uma discussão que vocês sabem que defendo de longa data. Por que não se fala mais nas pessoas com deficiência na mídia? O pessoal do Amazonas tem uma proposta interessante nesse sentido: criar e manter programas informativos em formatos acessíveis em todos os meios de comunicação que garantam a ampla divulgação dos direitos das pessoas com deficiência a toda a sociedade, incluindo informativos governamentais e a criação de sites acessíveis (http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/conferencia/amazonas, item 10). Goiás também uma proposta boa: que os meios de comunicação públicos e privados reserve um percentual dos horários dos programas para debater a temática da acessibilidade a fim de humanizar a sociedade (http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/conferencia/goias).
Da minha parte, pretendo dar a dica dei aqui no blog que para os colegas de conferência: http://blogdaacessibilidade.blogspot.com.br/2012/09/olha-eu-na-tv.html .
Vamos ver se mais propostas interessantes aparecem. Essa cultura da invisibilidade das pessoas com deficiência na mídia precisa ser mudada.


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