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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O retorno de Jorge Amaro

Meus Leitores, Jorge Amaro está de volta ao blog. Não sei o porquê da ausência nem perguntei a ele. Procurando os textos anteriores, descobri que ele não escrevia aqui desde fevereiro. Acho que nunca tinha ficado tanto tempo sem aparecer (não tive paciência de fazer essa pesquisa).
E ele voltou com a corda toda. Mandou um texto enorme, de mais de 11 mil toques, que demorei um monte de tempo para editar. Tentei publicá-lo no Correio do Povo mas ainda mão consegui.
Por isso, estou publicando aqui. Espero que vocês gostem:

A Participação Política das PcDs

O Brasil, desde a constituição de 88, vem buscando a afirmação de uma cultura democrática. Por muito tempo, o direito a participação política foi negado. Até 1934, mulheres, negros, pobres e analfabetos não votavam
Quando tratamos disto e associamos com os direitos da pessoa com deficiência (PcD)devemos analisar a história deste públicoTodos os segmentos buscam estar presentes na vida política e isso se dá comlutas. Para ocuparem espaços, as pessoas com deficiência (PcDs) precisam de condições que lhes possibilitem a igualdade. Devemos romper com o assistencialismo e avançar na busca por cidadania e emancipação. Esta tarefa é dos governos, poderes constituídos, sociedade e das PcDs.
Temos avanços na implementação de processos democráticos. Tramita, no senado federal, um projeto de lei que reserva aos deficientes 5% do número de candidatos apresentados por partido ou coligação. A Câmara dos Deputados garantiu acessibilidade à Mesa Diretora e às tribunas do plenário em 2014. Em 2015, foi criada a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.
Conforma a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência,
é responsabilidade dos Países garantir que os deficientes tenham todos os direitos políticos plenos. Obviamente que, para isso acontecer, outros direitos precisam ser garantidos. Como ter cidadania sem educação, saúde, assistência social ou emprego? Boa parte dos deficientes estão entre aquelas com menor escolaridade e emprego.
O caso da vereadora eleita de Guaíba (RS), Fernanda Garcia, cadeirante, tornou-se emblemático. O presidente da casa argumentou que não poderia se antecipar ao problema, uma vez que a primeira vereadora cadeirante da cidade só foi eleita agora. “Ela foi eleita mas ainda tem o processo de prestação de contas e a diplomação. A partir daí, teremos a vereadora cadeirante. Então, não se justifica uma obra antecipada”. Mas a cidade possui 23.251 pessoas com deficiência, sendo que 414 são cadeirantes. Guaíba tem 89 anos e a “a casa do povo” ainda não permite acesso aos deficientes.
Certamente, Guaíba, agora, terá este tema na agenda e que seu exemplo seja disseminado pelas outras Câmaras de Vereadores do Estado. Seria um alento se o Tribunal de Contas do RS não aprovar contas de Câmaras que não cumprem a lei pois só há democracia quando a acessibilidade é plena.



English:

My Readers, Jorge Amaro is back on the blog. I do not know why I did not even ask him. Looking up the previous texts, I discovered that he had not written here since February. I do not think I'd ever stayed that long without showing up (I did not have the patience to do this research).
And he came back with the whole rope. It sent a huge text, of more than 11 thousand touches, that took a lot of time to edit. I tried to post it on People's Mail but I still managed to get it.
So I'm posting here. Hope you like it:

The Political Participation of DCs

Brazil, since the constitution of 88, has been seeking the affirmation of a democratic culture. For many, the right to political participation was denied. Until 1934, women, blacks, poor and illiterate did not vote.
When we address this and we associate with the rights of the disabled person, we must analyze the history of this public. All segments seek to be present in the political life and this is comlutas. In order to occupy spaces, people with disabilities (PcDs) need conditions that allow them to be equal. We must break with assistentialism and move forward in the quest for citizenship and emancipation. This task belongs to governments, constituted powers, society and the DCs.
We have made progress in implementing democratic processes. Tramita, in the federal senate, a bill that reserves to the disabled 5% of the number of candidates presented per party or coalition. The Chamber of Deputies granted accessibility to the Presiding Board and plenary tribunals in 2014. In 2015, the Commission for the Defense of the Rights of Persons with Disabilities was created.
It conforms to the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities,
It is the responsibility of the countries to ensure that the disabled have full political rights. Obviously, for this to happen, other rights need to be guaranteed. How to have citizenship without education, health, social work or employment? Most of the disabled are among those with lower schooling and employment.
The case of the elected councilwoman of Guaíba (RS), Fernanda Garcia, wheelchair, became emblematic. The president of the house argued that he could not anticipate the problem, since the first alderwoman of the city was only elected now. "She was elected but still has the process of accountability and diplomacy. From there, we will have the alderwoman. So an early work is not justified. " But the city has 23,251 people with disabilities, of whom 414 are wheelchair users. Guaíba is 89 years old and "the people's house" still does not allow access to the disabled.

Certainly, Guaíba will now have this issue on the agenda and his example will be disseminated by the other Chambers of Councilors of the State. It would be an encouragement if the RS Court of Auditors does not approve accounts of Chambers that do not comply with the law because there is democracy only when accessibility is full.




German:

Meine Leser, Jorge Amaro ist zurück auf den Blog. Ich weiß nicht, warum das Fehlen ihn nicht gefragt. Suchen früheren Texten, fand ich, dass er nicht hier seit Februar geschrieben haben. Ich glaube, ich habe nie ohne zu scheinen, so lange (nicht die Geduld haben, diese Forschung zu tun).
Und er mit einer Rolle zurückgeführt. Es schickte einen großen Text, mehr als 11 Tausend Töne, die viel Zeit in Anspruch nahm, mich zu bearbeiten. Ich versuchte es in der Correio do Povo veröffentlichen schaffte es aber noch zu Hand.
Also ich bin Entsendung hier. Ich hoffe, Sie mögen:

Die politische Partizipation von Menschen mit Behinderung

Die Brasilien seit der Gründung von 88, hat die Bejahung einer demokratischen Kultur wurde zu suchen. Für muitotempo wurde das Recht auf politische Teilhabe verweigert. Bis 1934, Frauen, schwarz, arm und ungebildet wählte nicht.
Wenn wir es und assoziieren mit den Rechten von Menschen mit Behinderungen (DP) zu behandeln, müssen wir die Geschichte dieser Öffentlichkeit zu untersuchen. Alle Segmente suchen gegenwärtig im politischen Leben zu sein, und das gibt comlutas. Zu besetzen Räume, Menschen mit Behinderungen (PWD) müssen Bedingungen, die ihnen gleich zu ermöglichen. Wir müssen mit dem Wohlergehen brechen und die Suche nach Staatsbürgerschaft und Emanzipation vorantreiben. Diese Aufgabe ist von Regierungen, Kräfte, die, Gesellschaft und Menschen mit Behinderung sein.
Wir haben Fortschritte demokratischer Prozesse bei der Umsetzung. Tätigt im Bundes Senat, eine Rechnung, die von Partei oder Koalition nominiert Behinderte 5% der Anzahl der Kandidaten erlaubt. Das Repräsentantenhaus gesichert Zugänglichkeit an den Lenkungsausschuss und den Tribunen des Plenums im Jahr 2014. Im Jahr 2015 wurde mit Behinderungen die Defense-Ausschuss für die Rechte von Menschen geschaffen.
Gemäß der UN-Konvention über die Rechte von Menschen mit Behinderungen,
Es liegt in der Verantwortung der Länder, um sicherzustellen, dass die Behinderten alle volle politische Rechte haben. Offensichtlich dies geschehen kann, müssen andere Rechte garantiert werden. Wie erfolgt die Staatsbürgerschaft ohne Bildung, Gesundheit, Sozialhilfe oder die Beschäftigung? Ein großer Teil der Behinderten gehören zu denen mit weniger Bildung und Beschäftigung.
Der Fall des gewählten Ratsherr von Guaiba (RS), Fernanda Garcia, Rollstuhl, wurde symbolisch. Der Präsident argumentiert, dass das Haus nicht das Problem antizipieren konnte, da die erste Stadträtin Rollstuhl die Stadt erst jetzt gewählt wurde. "Sie wurde gewählt, hat aber immer noch den Prozess der Rechenschaftspflicht und am Abschluss. Von dort aus werden wir den Rollstuhl Stadträtin haben. Also nicht eine frühe Arbeit gerechtfertigt ist. " Aber die Stadt hat 23.251 Menschen mit Behinderungen und 414 sind Rollstuhlfahrer. Guaíba beträgt 89 Jahre und die "Haus des Volkes" erlaubt noch keinen Zugang für Behinderte.
Sicherlich haben Guaiba jetzt dieses Thema auf die Tagesordnung gesetzt und dass sein Beispiel durch andere Stadträte staatlicher verbreitet werden. Es wäre eine Ermutigung für die RS Rechnungshof sein nicht Chambers Konten genehmigen, die mit dem Gesetz nicht entsprechen, weil es nur die Demokratie ist, wenn die Zugänglichkeit voll ist.




Russian:

Meine Leser, Jorge Amaro ist zurück auf den Blog. Ich weiß nicht, warum das Fehlen ihn nicht gefragt. Suchen früheren Texten, fand ich, dass er nicht hier seit Februar geschrieben haben. Ich glaube, ich habe nie ohne zu scheinen, so lange (nicht die Geduld haben, diese Forschung zu tun).
Und er mit einer Rolle zurückgeführt. Es schickte einen großen Text, mehr als 11 Tausend Töne, die viel Zeit in Anspruch nahm, mich zu bearbeiten. Ich versuchte es in der Correio do Povo veröffentlichen schaffte es aber noch zu Hand.
Also ich bin Entsendung hier. Ich hoffe, Sie mögen:

Die politische Partizipation von Menschen mit Behinderung

Die Brasilien seit der Gründung von 88, hat die Bejahung einer demokratischen Kultur wurde zu suchen. Für muitotempo wurde das Recht auf politische Teilhabe verweigert. Bis 1934, Frauen, schwarz, arm und ungebildet wählte nicht.
Wenn wir es und assoziieren mit den Rechten von Menschen mit Behinderungen (DP) zu behandeln, müssen wir die Geschichte dieser Öffentlichkeit zu untersuchen. Alle Segmente suchen gegenwärtig im politischen Leben zu sein, und das gibt comlutas. Zu besetzen Räume, Menschen mit Behinderungen (PWD) müssen Bedingungen, die ihnen gleich zu ermöglichen. Wir müssen mit dem Wohlergehen brechen und die Suche nach Staatsbürgerschaft und Emanzipation vorantreiben. Diese Aufgabe ist von Regierungen, Kräfte, die, Gesellschaft und Menschen mit Behinderung sein.
Wir haben Fortschritte demokratischer Prozesse bei der Umsetzung. Tätigt im Bundes Senat, eine Rechnung, die von Partei oder Koalition nominiert Behinderte 5% der Anzahl der Kandidaten erlaubt. Das Repräsentantenhaus gesichert Zugänglichkeit an den Lenkungsausschuss und den Tribunen des Plenums im Jahr 2014. Im Jahr 2015 wurde mit Behinderungen die Defense-Ausschuss für die Rechte von Menschen geschaffen.
Gemäß der UN-Konvention über die Rechte von Menschen mit Behinderungen,
Es liegt in der Verantwortung der Länder, um sicherzustellen, dass die Behinderten alle volle politische Rechte haben. Offensichtlich dies geschehen kann, müssen andere Rechte garantiert werden. Wie erfolgt die Staatsbürgerschaft ohne Bildung, Gesundheit, Sozialhilfe oder die Beschäftigung? Ein großer Teil der Behinderten gehören zu denen mit weniger Bildung und Beschäftigung.
Der Fall des gewählten Ratsherr von Guaiba (RS), Fernanda Garcia, Rollstuhl, wurde symbolisch. Der Präsident argumentiert, dass das Haus nicht das Problem antizipieren konnte, da die erste Stadträtin Rollstuhl die Stadt erst jetzt gewählt wurde. "Sie wurde gewählt, hat aber immer noch den Prozess der Rechenschaftspflicht und am Abschluss. Von dort aus werden wir den Rollstuhl Stadträtin haben. Also nicht eine frühe Arbeit gerechtfertigt ist. " Aber die Stadt hat 23.251 Menschen mit Behinderungen und 414 sind Rollstuhlfahrer. Guaíba beträgt 89 Jahre und die "Haus des Volkes" erlaubt noch keinen Zugang für Behinderte.
Sicherlich haben Guaiba jetzt dieses Thema auf die Tagesordnung gesetzt und dass sein Beispiel durch andere Stadträte staatlicher verbreitet werden. Es wäre eine Ermutigung für die RS Rechnungshof sein nicht Chambers Konten genehmigen, die mit dem Gesetz nicht entsprechen, weil es nur die Demokratie ist, wenn die Zugänglichkeit voll ist.




Spanish:

Mis lectores, Jorge Amaro está de vuelta en el blog. No sé por qué la ausencia no le preguntó. Mirando los textos anteriores, descubrí que él no escribió aquí desde febrero. Creo que nunca había estado tanto tiempo sin aparecer (no tienen la paciencia para hacer esta investigación).
Y regresó con un rollo. Se envió un texto enorme, más de 11 mil toneladas, lo que me llevó mucho tiempo para editar. Traté de publicarla en el Correio do Povo, pero se las arregló para entregar.
Así que les dejo aquí. Espero que les guste:

La participación política de personas con discapacidad

El Brasil desde el establecimiento de 88, ha estado buscando la afirmación de una cultura democrática. Para muitotempo, se le negó el derecho a la participación política. Hasta 1934, las mujeres, los negros, pobres y analfabetas no votaron.
Cuando lo tratamos y asociarse con los derechos de las personas con discapacidad (DP), debemos examinar la historia de este público. Todos los segmentos procuran estar presentes en la vida política y esto da comlutas. Para ocupar los espacios, las personas con discapacidad (PWD) necesitan condiciones que les permitan iguales. Hay que romper con el bienestar y avanzar en la búsqueda de la ciudadanía y emancipación. Esta tarea es de los gobiernos, los poderes fácticos, de la sociedad y PWD.
Tenemos el progreso en la implementación de los procesos democráticos. Realiza transacciones en el Senado federal, un proyecto de ley que permite a las personas con discapacidad 5% del número de candidatos propuestos por partido o coalición. La Cámara de Representantes asegurada la accesibilidad al Comité de Dirección y de las tribunas del plenario en 2014. En 2015, se creó el Comité de Defensa de los Derechos de las Personas con Discapacidad.
Se ajusta a la Convención de la ONU sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad,
Es la responsabilidad de los países para asegurar que las personas con discapacidad tienen todos los derechos políticos plenos. Obviamente, para que esto suceda, otros derechos deben ser garantizados. Cómo ciudadanía sin la educación, la salud, la asistencia social o laboral? Gran parte de las personas con discapacidad se encuentran entre los que tienen menos educación y el empleo.
El caso del concejal electo de Guaíba (RS), Fernanda García, silla de ruedas, se convirtió en emblemática. El presidente argumentó que la casa no podía anticipar el problema, ya que la primera silla de ruedas concejal de la ciudad sólo se eligieron ahora. "Ella fue elegida pero todavía tiene el proceso de rendición de cuentas y la graduación. A partir de ahí, tendremos la concejala silla de ruedas. Por lo que no se justifica una obra temprana ". Pero la ciudad tiene 23,251 personas con discapacidad, y 414 son usuarios de sillas de ruedas. Guaíba es de 89 años y la "casa del pueblo" aún no permite el acceso a las personas con discapacidad.
Ciertamente Guaíba ahora tiene este tema en la agenda y que su ejemplo se difundirá por otros Ayuntamientos de Estado. Sería un estímulo para el Tribunal de Cuentas RS no aprobó las cuentas Chambers que no cumplan con la ley, porque sólo hay democracia cuando la accesibilidad es completa.




French:

Mes lecteurs, Jorge Amaro est de retour sur le blog. Je ne sais pas pourquoi l'absence ne lui a demandé. Regarder textes précédents, je trouve qu'il n'a pas écrit ici depuis Février. Je pense que je ne l'avais jamais été si longtemps sans paraître (n'a pas eu la patience de faire cette recherche).
Et il revint avec un rouleau. Il a envoyé un texte énorme, plus de 11 mille tonnes, ce qui m'a pris beaucoup de temps à modifier. J'ai essayé de le publier dans le Correio do Povo, mais quand même réussi à la main.
Donc je poste ici. J'espère que vous aimez:

La participation politique des personnes handicapées

Le Brésil depuis la création de 88, a cherché l'affirmation d'une culture démocratique. Pour muitotempo, le droit à la participation politique a été refusée. Jusqu'en 1934, les femmes, les noirs, pauvres et analphabètes ne votent pas.
Quand nous traitons et associé avec les droits des personnes handicapées (DP), nous devons examiner l'histoire de ce public. Tous les segments cherchent à être présents dans la vie politique et cela donne comlutas. Pour occuper les espaces, les personnes handicapées (PWD) ont besoin de conditions qui leur permettent d'égalité. Nous devons rompre avec le bien-être et de faire avancer la recherche de la citoyenneté et de l'émancipation. Cette tâche est des gouvernements, des pouvoirs en place, la société et PWD.
Nous avons des progrès dans la mise en œuvre des processus démocratiques. Transige au Sénat fédéral, un projet de loi qui permet aux personnes handicapées de 5% du nombre de candidats désignés par parti ou coalition. La Chambre des représentants a assuré l'accessibilité au Comité directeur et les tribuns de la plénière en 2014. En 2015, a été créé le Comité de défense des droits des personnes handicapées.
Conforme à la Convention des Nations Unies relative aux droits des personnes handicapées,
Il est de la responsabilité des pays à veiller à ce que les personnes handicapées ont tous les droits politiques. Évidemment, pour que cela se produise, d'autres droits doivent être garantis. Comment la citoyenneté sans éducation, la santé, l'aide sociale ou de l'emploi? Une grande partie des personnes handicapées sont parmi ceux qui ont moins d'éducation et d'emploi.
Le cas du conseiller élu de Guaiba (RS), Fernanda Garcia, fauteuil roulant, est devenu emblématique. Le président a fait valoir que la maison ne pouvait pas anticiper le problème, puisque le premier fauteuil roulant conseillère municipale de la ville n'a été élu aujourd'hui. "Elle a été élue mais a encore le processus de reddition de comptes et de graduation. De là, nous aurons la conseillère en fauteuil roulant. Donc, ne se justifie pas une œuvre de jeunesse. " Mais la ville a 23,251 personnes handicapées, et 414 sont des utilisateurs de fauteuils roulants. Guaíba est de 89 ans et la «maison du peuple» ne permet toujours pas accès aux personnes à mobilité réduite.

Certes Guaiba ont maintenant cette question sur l'ordre du jour et que son exemple sera diffusée par d'autres conseils municipaux d'État. Ce serait un encouragement à la Cour des comptes RS n'a pas approuvé les comptes Chambers qui ne sont pas conformes à la loi, car il n'y a que la démocratie lorsque l'accessibilité est pleine.




Chinese:

我的读者,豪尔赫·阿马罗是回到了博客。我不知道为什么没有不问他。看着以前的文章,我发现他没有写在这里,因为二月份。我想我从来没有这么长时间没有出现(没有足够的耐心做这项研究)。
他回到了卷。它发送一个巨大的文本,超过11 7000吨,这花了我很多时间来编辑。我试着将它发布在巴西利亚邮做Povo但仍设法手。
所以我在这里发帖。我希望你喜欢:

PWD的政治参与

自88年成立的巴西,一直在寻求民主文化的肯定。长期以来,政治参与权被剥夺。直到1934年,妇女,黑人,穷人和文盲没有投票。
当我们与残疾人(DP)的权利,把它和准,我们必须研究这个公共的历史。所有部门寻求存在于政治生活,这给comlutas。占用空间,残疾人(PWD)需要,使他们在平等的条件。我们必须福利突破,推进公民身份和解放搜索。这个任务是政府权力,是,社会和PWD的。
我们在实施民主进程的进展。在进行交易的联邦参议院,法案允许由政党或联盟提名的候选人人数的残疾人5%。众议院放心无障碍指导委员会,并于2014年全体会议的看台到2015年,与残疾人创造了国防委员会的人的权利。
符合联合国公约的人的残疾人权利,
这是国家的责任,以确保残疾人都充分的政治权利。显然,要做到这一点,其他权利必须得到保证。如何在没有教育,卫生,社会援助或就业国籍?大部分残疾人的那些教育程度较低和就业之间。
瓜伊巴(RS)的民选议员的情况下,费尔南达·加西亚,轮椅,成为象征。总统认为,房子无法预见的问题,因为第一个女议员轮椅城市被现在才当选。 “她当选,但仍然有责任和毕业的过程。从那里,我们将有轮椅女议员。所以没有理由的早期作品“。但全市有23251人,残疾人和414是轮椅使用者。瓜伊巴为89年,“人民之家”仍然不允许访问禁用。
当然,瓜伊巴现在已经提上日程,他的例子将由国家其他市议会传播这一问题。这将是一种鼓励审计RS法院不批准不遵守法律,因为只有当民主无障碍充满钱伯斯帐户。