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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bate-papo em Mostardas

Minha gente, a minha ida a Mostardas foi maravilhosa. A cidade é uma graça, de colonização portuguesa, toda colorida. É um município pequeno, de 12 mil habitantes, muito tranquilo, de poucos carros.
Eu e a Liza saímos de Porto Alegre na quinta às 6h30min. Fomos num ônibus pinga-pinga que pingou mesmo. Entrou tudo quanto é tipo de gente (principalmente, as mais simples) numa viagem que durou quatro horas e meia. Em Viamão, o Jorge Amaro, que foi quem me convidou para o evento, embarcou.
Chegamos em Mostardas perto do horário do almoço e fomos ao centro a pé (lá tudo é perto e percorremos praticamente toda a cidade a pé). Ali, já deu para ter uma boa ideia do que o município nos proporciona. Nos encontramos com a Maria Aparecida Chaves Velho, a famosa Tida, que tive o imenso prazer de conhecê-la. Ela tem um astral ótimo.
No almoço, fomos ao Restaurante Recanto comer uma bela galinha caipira. No começo da tarde, passeamos na lagoa com a ajuda do Cristiano conhecer as plantações de arroz e o sistema de drenagem. Lindo lugar.
Aí finalmente fomos ao tão falado bate-papo sobre acessibilidade para o qual fui convidado. Ele transcorreu na Câmara de Vereadores. Aproximadamente 20 pessoas participaram, representando diversos segmentos da sociedade, e o debate foi de alto nível. Saímos todos animados. O Jorge, como coordenador geral do Conade, tirou muitas dúvidas de quem estava lá.
Depois, fomos numa apresentação de Natal no centro, perto de onde estávamos. Foi muito legal. Tinha tudo o que uma típica cidade pequena do interior mostra: praça; igreja; banda marcial de escola; os secretários da cidade praticamente fazendo o papel de apresentadores da festa (fomos até homenageados) e muita gente assistindo. Adorei!
Infelizmente, a estadia durou muito pouco. No dia seguinte, tivemos que voltar. Foi cansativo mas valeu a pena. A cidade é simples e aconchegante. É o lugar ideal para quem quer ter um ritmo de vida mais lento, mais pacato. Deu vontade de voltar.
Tenho que agradecer o amigão Jorge Amaro, que me proporcionou esta experiência única; à Tida, que amei ter conhecido, e à Liza, minha companheirona de viagem e irmãzinha do coração. Gosto muito de vocês. Até a próxima!

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