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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Minha amiga Liza


Conheci a Liza (ou Lizete Cristina Cenci, para os mais formais) no Seminário Mídia e Deficiência, que a Juliana Carvalho promoveu para discutirmos o pouco espaço que a imprensa dá a pessoa com deficiência. Tive uma nervosa participação nesse seminário logo no primeiro painel mas que me deu muito orgulho.
Não me lembro o que conversei com a Liza nesse dia mas o entrosamento foi rápido porque até tirei foto do Vini (o filho dela) depois do evento.
A Liza e suas duas irmãs (a Leila, a mais velha, e a Ledi, a mais nova. A Liza é a do meio) tiveram uma doença raríssima de nome complicado: acroosteólise neurogênica. A doença é tão rara que fui procurar, no google, uma explicação para vocês e, mesmo sem por as aspas, só encontrei duas páginas de citações. Mas só para vocês terem uma ideia, as três irmãs tem amputações de membros e usam cadeira de rodas.
Umas semanas depois de seminário, encontrei a Liza na passeata do Movimento SuperAção, aqui em Porto Alegre, e de saída, já recebi um sorrisão, o sorriso característico dela. Das outras vezes em que a encontrei, foi a mesma coisa. Melhor do que isso, o nosso astral bateu logo. Liza tem um jeito moleque e carinhoso, que eu adoro. Ela aguenta todas as minhas besteiras (coitada!).
Para completar, a Liza tem esse filho, que comentei lá em cima, o Vinícius, que é um doce de moleque. Um menino lindo; educado e carinhoso. Uma criança extremamente fácil de conviver. A família dela, tive o prazer de conhecer num momento especial: a formatura da Liza. Um pessoal fantástico!
Tenho muito orgulho da minha amizade com ela por ser um relacionamento aberto(ela também me xinga quando abuso nas brincadeiras) e leal. Te adoro, Liza!  

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